ONU: energia renovável é a saída para combater a crise climática

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Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado na quarta-feira (18/5), aponta que o clima extremo causou grande impacto à vida humana, à segurança alimentar e hídrica e levou à perda de bilhões de dólares no último ano. Para o secretário-geral da ONU, António Guterres, a solução para frear as mudanças climáticas está nas fontes de energia renovável.

“Devemos acabar com a poluição por combustíveis fósseis e acelerar a transição para energia renovável antes de incinerar nossa única casa. Transformar os sistemas de energia é um fruto fácil”, afirmou o chefe da organização.

Guterres propõe um “projeto de paz do século 21”, com cinco ações críticas para fomentar a transição energética. A primeira ação seria a remoção das barreiras ao compartilhamento de conhecimento e transferência tecnológica afim de tratar as tecnologias renováveis como bens públicos globais essenciais.

O segundo ponto seria garantir, ampliar e diversificar os componentes de fornecimento e as matérias-primas para essas tecnologias. Atualmente, esses elementos estão concentrados em alguns países. O chefe da ONU defende que haja mais cooperação internacional para ampliar a oferta de matérias-primas.

Outra proposta visa construir estruturas e reformar as burocracias dos combustíveis fósseis, agilizando aprovações de projetos solares e eólicos, modernizando redes e estabelecendo metas de energia renovável.

O secretário-geral da ONU propõe também que os governos diminuam os subsídios para combustíveis fósseis. “Enquanto as pessoas sofrem com os altos preços na bomba, a indústria de petróleo e gás está faturando bilhões em um mercado distorcido. Esse escândalo tem que parar”, destaca Guterres.

Por fim, a quinta ação para estimular a produção de energia renovável seria o aumento de investimentos públicos e privados na área. “É hora de impulsionar a transição para as energias renováveis ​​antes que seja tarde demais.”

Temperaturas extremas
De acordo com o relatório da ONU, os últimos sete anos foram os mais quentes já registrados. A temperatura global em 2021 atingiu cerca de 1,1º acima dos níveis pré-industriais.

A temperatura extrema, na avaliação da organização, se dá em razão dos danos causados pela atividade humana.

“ É apenas uma questão de tempo até vermos outro ano mais quente já registrado. Nosso clima está mudando diante de nossos olhos. O calor retido pelos gases de efeito estufa induzidos pelo homem aquecerá o planeta por muitas gerações”, alertou o chefe da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Petteri Taalas.

Fonte: Metrópoles

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